Ao todo, são cerca de 3 mil troféus, somando ainda outros artefatos, como bandejas comemorativas e medalhas (800 costumam ser expostos no museu). O ateliê de Alice recebeu cerca de 100 peças por mês. O trabalho é pautado pelo esmero e cuidado. E passa longe de uma ciência exata. A restauração depende de vários fatores para ser finalizada. Vai do material da taça, que pode rejeitar determinado tipo de cola, até circunstâncias externas, como a umidade.
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- Tem troféu que demora cinco horas. Outros, quatro meses - exemplifica
Alice. - Quanto mais importante o troféu, é mais difícil, porque ele é
mais gasto, já que todo mundo um dia quis pegá-lo na mão.Ainda há demanda pela frente, porém já é possível notar o resultado desse saudável e paciente acerto de contas da tecnologia com um passado do Grêmio. Depois de banhos químicos, pinturas, colagens, montagens... O GLOBOESPORTE.COM traz cinco taças importantes da 'era Olímpico', que, renovados, vão carregar para a Arena um pedaço vistoso e, melhor ainda, vitorioso da história do estádio que se despede no domingo.
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